Meia lua Falciforme: poesia, dor e luta

Auteur/ices

DOI :

https://doi.org/10.29397/reciis.v14i4.2131

Mots-clés :

Doença falciforme, Dor, Racismo institucional, Saúde da população negra, Saúde pública.

Résumé

O documentário Meia lua Falciforme retrata diversas faces e enfrentamentos no cotidiano dos pacientes e familiares que convivem com a doença falciforme no cenário brasileiro. A dor, o racismo e a resistência são pontos-chave discutidos no relevante curta-metragem, de Débora Evellyn Olimpo e Denise Kelm, que traz uma perspectiva para além do adoecimento físico e, com leveza, apresenta produções artísticas dos conviventes com a temática. No tocante à resistência e à luta, o documentário cita a grande conquista no que diz respeito ao reconhecimento e à normatização da doença no Brasil, os confltos enfrentados rotineiramente em busca de acesso aos serviços de saúde, bem como a luta por um SUS que garanta os princípios da universalidade e equidade. A presente resenha traz algumas notas sobre o documentário e os temas que perpassam a vida dos pacientes desde o momento do diagnóstico até os itinerários e decisões terapêuticos.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographie de l'auteur

  • Winnie Samanú de Lima Lopes, Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ
    Mestre em Antropologia Médica pela Universidade de Coimbra.

Téléchargements

Publiée

2020-12-17

Numéro

Rubrique

Critiques de livres et productions audiovisuelles

Comment citer

Meia lua Falciforme: poesia, dor e luta. (2020). RECIIS, 14(4). https://doi.org/10.29397/reciis.v14i4.2131