O processo de ser doador de sangue: entendimento e a adesão dos acadêmicos do curso de enfermagem

Karla Travi, Karina Gulbis Zimmermann, Maria Teresa Soratto, Neiva Junkes Hoepers, Luciana Rosa, Maria Salete Salvaro, Maria Tereza Zanini, Luciane Bisognin Ceretta, Mágada Tessmann Schwalm

Resumo


Este estudo quantitativo, prospectivo, transversal e descritivo teve como objetivo identificar o entendimento e a adesão dos acadêmicos da primeira e oitava fases de um curso de graduação em Enfermagem sobre ser doador de sangue. Para o desenvolvimento da pesquisa foi utilizado um questionário com 29 questões que abordavam conhecimentos, atitudes e práticas relacionadas à doação sanguínea. Dos acadêmicos de enfermagem que participaram da pesquisa 18,1% (n= 15) afirmam “ser” doador de sangue, e 63,9%(n= 53) não doadores. Dos não doadores (n= 53), 81,13% (n= 43) doariam se fossem solicitados. Quando questionados sobre o que os levou a doar, 53,33% (n= 8) responderam doar por vontade própria e 26,66% (n= 4) por um familiar/ amigo ou conhecido estar precisando. Os fatores que permitem a doação demonstram a necessidade de maiores esclarecimentos sobre o assunto e sobre a implantação de campanhas e incentivos à prática da doação.

Palavras-chave


Sangue; doação sanguínea; solidariedade; enfermagem; adesão

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DOI: https://doi.org/10.3395/reciis.v5i1.491

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e-ISSN 1981-6278 

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