Percepção do risco de transmissão de zoonoses em um Centro de Referência

Autores

  • Ana Cristina da Costa Martins Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Laboratório de Vigilância em Leishmanioses. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • João Arriscado Nunes Universidade de Coimbra, Centro de Estudos Sociais, Núcleo de Estudos sobre Ciência, Economia e Sociedade. Coimbra, Portugal.
  • Sandro Javier Bedoya Pacheco Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Laboratório de Vigilância em Leishmanioses. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Cláudia Tereza Vieira de Sousa Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Laboratório de Pesquisa em Epidemiologia e Determinação Social da Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.29397/reciis.v9i3.985

Palavras-chave:

Leishmaniose Tegumentar Americana, Esporotricose, Percepção de risco, Promoção da saúde, Determinantes Sociais da Saúde.

Resumo

Questões relacionadas às condições sociais, econômicas, culturais e ambientais têm contribuído para a expansão da leishmaniose e esporotricose. Pretendeu-se identificar a percepção de risco de transmissão dessas doenças e os fatores que influenciam no processo de adoecimento. Foram entrevistados 27 pacientes (sete com leishmaniose e vinte com esporotricose). A maioria não identificou algum tipo de risco específico de transmissão e nomeou como fator principal a contaminação ambiental Ações de promoção de saúde devem estar integradas com outras abordagens que levem em conta a participação dos indivíduos, particularidades sociais, culturais, geográficas e políticas.

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Publicado

2015-10-08

Edição

Seção

Artigos originais