Direitos humanos e saúde: 70 anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos

Autores

  • Maria Helena Barros de Oliveira Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Marcos Besserman Vianna Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Nair Telles Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Felipe Rangel de Souza Machado Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Aldo Pacheco Ferreira Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Fernando Salgueiro Passos Telles Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
  • Lucia Regina Florentino Souto Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ

DOI:

https://doi.org/10.29397/reciis.v12i4.1667

Palavras-chave:

Direitos humanos, Dignidade, Justiça, Universalidade, Violências.

Resumo

A presente nota apresenta a discussão sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos desde sua assinatura em 1948, questionando a sua efetividade na luta por direitos e reconhecendo suas falhas ao que se refere a igualdade entre os sujeitos. Dessa forma ressalta os apagamentos que se escondem por trás de uma dita “universalidade” e reivindica a necessidade do debate, primeiramente, por dignidade – conceito que se torna inseparável do que se entende de fato por Direitos.

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Biografia do Autor

  • Maria Helena Barros de Oliveira, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Ciência pela Fundação Oswaldo Cruz.
  • Marcos Besserman Vianna, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • Nair Telles, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Sociologia pela Universidade Victor Segalin.
  • Felipe Rangel de Souza Machado, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
  • Aldo Pacheco Ferreira, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Engenharia Biomédica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • Fernando Salgueiro Passos Telles, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • Lucia Regina Florentino Souto, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos e Saúde. Rio de Janeiro, RJ
    Doutorado em Ciência pela Fundação Oswaldo Cruz.

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Publicado

24-12-2018

Edição

Seção

Notas de conjuntura

Como Citar

Direitos humanos e saúde: 70 anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos. (2018). RECIIS, 12(4). https://doi.org/10.29397/reciis.v12i4.1667