Coautorias nas publicações brasileiras sobre medicina regenerativa: assimetrias na colaboração científica internacional

Liliana Acero, Helena Espellet Klein

Resumo


A cooperação científica internacional tornou-se um fator essencial para que os países emergentes alcancem novos patamares de pesquisa, publicações e financiamento. No contexto de uma discussão analítica sobre a cooperação científica global, foram analisadas as publicações brasileiras indexadas na Web of Science e a coautoria entre pesquisadores locais e estrangeiros, com o objetivo de ilustrar as mudanças ocorridas na medicina regenerativa nas duas últimas décadas. O artigo conclui que, na última década, expandiu-se a coautoria entre autores brasileiros e destes com autores de países desenvolvidos, especialmente com aqueles dos Estados Unidos, mas também, em menor grau, com os de outros países emergentes e da América Latina. Pesquisadores brasileiros também publicaram artigos de impacto global, indicando a qualidade atingida, no país, pela pesquisa científica na área. A análise mostra que a colaboração abriu portas, no âmbito global, para a pesquisa local, mas também que as assimetrias científicas se mantiveram ao longo do tempo.

Palavras-chave


Publicações científicas; Medicina regenerativa; Colaboração internacional; Terapia celular; coautoria.

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DOI: https://doi.org/10.29397/reciis.v15i4.2330

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e-ISSN 1981-6278 

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