Gestão do conhecimento: ainda um obscuro objeto de desejo?

Autores

  • Paula Xavier Santos Casa de Oswaldo Cruz-Fiocruz, Rio de Janeiro
  • Maria Elisa Andries dos Reis Escola Nacional de Saúde Sergio Arouca-Fiocruz, Rio de Janeiro, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.3395/reciis.v4i5.499

Palavras-chave:

gestão do conhecimento, gestão da informação, administração pública

Resumo

A falta de fundamentos teórico-metodológicos centrais que configurem um referencial sobre a Gestão do Conhecimento pode ser a causa do caos informacional que se observa neste campo. Neste artigo, defendemos a relevância do uso do termo Gestão do Conhecimento como forma de distingui-la da abordagem da Gestão da Informação. O compartilhamento do conhecimento é um de seus pressupostos básicos, mas a compreensão da Gestão do Conhecimento como processo para apoio à tomada de decisão não pode ser desconsiderada. A Gestão do Conhecimento também nunca foi uma prática exclusiva das organizações privadas. No Brasil, iniciativas do Governo Federal demonstram que o assunto faz parte de sua pauta e, independentemente dos diferentes estágios de implementação em que se encontra nas instituições, existe a preocupação de construção de uma política com diretrizes e estratégias claramente definidas. Esta visão deixa claro que o importante para o desenvolvimento das sociedades, das organizações e dos indivíduos nos dias atuais é o conhecimento e sua aplicação. No caso das instituições públicas, o conhecimento aplicado é propulsor de processos de produtividade e inovação.

Como Citar

Santos, P. X., & Reis, M. E. A. dos. (2010). Gestão do conhecimento: ainda um obscuro objeto de desejo?. RECIIS, 4(5). https://doi.org/10.3395/reciis.v4i5.499

Edição

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