Saúde e estética: a medicalização da beleza
DOI:
https://doi.org/10.3395/reciis.v5i4.765Palavras-chave:
cirurgia estética, culto ao corpo, medicalização, cultura de consumo, agência, empoderamentoResumo
Este artigo discute os dados levantados em trabalho de campo realizado no Brasil e na Inglaterra, envolvendo a coleta de informações em material de imprensa, dados em arquivos, entrevistas e observação em clínicas estéticas (localizadas em São Paulo e Londres). O artigo toma como
problemática central a discussão acerca da cirurgia plástica para fins estéticos como expressão da medicalização da sociedade e da difusão de princípios estruturadores da cultura de consumo. Como desdobramento, desenvolve-se em torno das perguntas: Que impactos a percepção de uma nova forma corporal gera na subjetividade? No caso das mulheres, a cirurgia plástica seria uma prática condicionada pelos ditames dos padrões histórica e culturalmente construídos, que associam a feminilidade a um padrão de beleza socialmente estabelecido, ou poderia ser entendida como uma fonte de poder do indivíduo? Seria, então, um exercício de agência?
Downloads
Downloads
Edição
Seção
Licença
Direitos de autor: Os autores cedem e transferem o direito de utilização da obra à Reciis e à Fiocruz, em caráter permanente, irrevogável, gratuito e com exclusividade para primeira publicação.
Direitos de reutilização: A Reciis adota a Licença Creative Commons, CC BY-NC. Com essa licença é permitido acessar, baixar (download), copiar, imprimir, compartilhar, reutilizar e distribuir os artigos, desde que para uso não comercial e com a citação da fonte, conferindo os devidos créditos de autoria e menção à Reciis. Nesses casos, nenhuma permissão é necessária por parte dos autores ou dos editores.
Direitos de depósito dos autores/autoarquivamento: Os autores são estimulados a realizarem o depósito em repositórios institucionais da versão publicada com o link do seu artigo na Reciis.
Atualizado em 14/07/2026.






