A valorização da espiritualidade nas práticas de educação popular em saúde desenvolvidas na atenção básica

Autores

  • Patrícia Serpa de Souza Batista Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.3395/reciis.v4i3.667

Palavras-chave:

saúde coletiva, atenção básica, aaúde da família, espiritualidade, educação popular em saúde

Resumo

Este artigo visa evidenciar a valorização da espiritualidade nas práticas de educação popular em saúde desenvolvidas na atenção básica. O trabalho com a saúde desenvolvido na atenção básica deve considerar o indivíduo em sua essência, como um ser que tem necessidades no âmbito biológico, no psicológico, no social e no espiritual, as quais precisam ser percebidas e cuidadas. A ação educativa, norteada pela educação popular, favorece ao encontro com essa dimensão sutil que é a espiritualidade, pois é desenvolvida com base em princípios que envolvem o fortalecimento de vínculos, a relação dialogada, a escuta sensível, a solidariedade, a afetividade, a valorização da dignidade humana, entre outros. Em momentos de dor e de sofrimento, a valorização da espiritualidade pode ser extremamente transformadora, conduzindo o doente e seus familiares a renovarem o ânimo e a buscar novas formas de enfrentamento da realidade desafiadora que estejam vivenciando. Conclui-se, entre outros aspectos, que esse é um tema ainda pouco debatido na formação universitária em saúde. Sugere-se que as academias priorizem a temática espiritualidade em seus currículos, permitindo ao futuro profissional adquirir uma maior amplitude de conhecimentos, com vistas a melhor se preparar para a prática cotidiana do cuidar, no contexto da atenção básica.

 

 

 

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Biografia do Autor

  • Patrícia Serpa de Souza Batista, Universidade Federal da Paraíba

    Professor Assistente do Departamento de Enfermagem Clínica da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

     

Como Citar

A valorização da espiritualidade nas práticas de educação popular em saúde desenvolvidas na atenção básica. (2015). RECIIS, 4(3). https://doi.org/10.3395/reciis.v4i3.667

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