A comunicação, a educação no processo de trabalho e o cuidado na rede pública de saúde do Rio Grande do Sul: cenários e desafios

Autores

  • Diego Weigelt Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS, Brasil.
  • leni Dias Weigelt Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS, Brasil.
  • Maristela Soares Rezende Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS, Brasil.
  • Ana Zoé Schilling Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS, Brasil.
  • Suzane Beatriz Frantz Krug Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.29397/reciis.v9i3.983

Palavras-chave:

Comunicação, Educação Permanente, trabalhador da saúde, Política de saúde, serviços de saúde.

Resumo

A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) prioriza espaços para aprendizagem no trabalho a partir dos problemas e necessidades detectados nesse contexto, incentivando autonomia e resolutividade nos enfrentamentos. Contudo, alguns trabalhadores da saúde desconhecem esse espaço para refletir sobre as suas ações. O profissional da Comunicação Social, no campo da saúde, contribui para socializar movimentos e mudanças. Esse estudo qualitativo objetivou investigar se os trabalhadores da saúde relacionam a Educação Permanente em Saúde (EPS) com as atividades no seu contexto laboral e a contribuição da comunicação nesse processo em saúde. Foram questionados 300 trabalhadores da saúde de 13 municípios do Rio Grande do Sul, cujas respostas foram submetidas à análise descritiva. Os trabalhadores citam ações, elementos da EPS, em suas práticas, sem, porém, relacioná-las com a mesma, e a comunicação em saúde se mostra tênue, quanto aos propósitos da PNEPS.

Downloads

Publicado

2015-10-08

Edição

Seção

Artigos originais