A guarda da memória do cuidado em saúde como direito da humanidade

Autores

  • Angélica Baptista Silva Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural. Rio de Janeiro, RJ http://orcid.org/0000-0003-0292-5106

DOI:

https://doi.org/10.29397/reciis.v16i1.3213

Palavras-chave:

Direitos humanos, Saúde global, Comunicação em saúde, Registros eletrônicos de saúde, Armazenamento e recuperação da informação.

Resumo

A resenha do Manual de Gestão Arquivística de Documentos em Saúde apresenta o tema do livro e a sua importância para a saúde global. O direito do paciente, os problemas da digitalização e a guarda da memória dos prontuários ganharam uma nova perspectiva com a informatização da assistência à saúde. Considera-se uma contribuição aos direitos humanos no campo da saúde garantir a cadeia de custódia dos registros, prevista na legislação e nos procedimentos recomendados pelo Conselho Nacional de Arquivos no Brasil.

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Biografia do Autor

  • Angélica Baptista Silva, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural. Rio de Janeiro, RJ

    Doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz.

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Publicado

25-02-2022

Edição

Seção

Resenhas de livros e produções audiovisuais

Como Citar

A guarda da memória do cuidado em saúde como direito da humanidade. (2022). RECIIS, 16(1). https://doi.org/10.29397/reciis.v16i1.3213

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