Comunicação pública da saúde no Instagram: guia de boas práticas para enfrentar um ambiente digital dominado pela lógica privada
DOI:
https://doi.org/10.29397/reciis.v19i2.5175Palavras-chave:
Covid-19, Mídias sociais, Comunicação pública, Comunicação e saúde, Sistemas nacionais de saúdeResumo
Uma investigação de perfis de saúde pública no Instagram iniciada em 2019 sofreu uma intensa reviravolta a partir de março de 2020: era o início da pandemia de covid-19 e o mundo enfrentava novos protocolos sanitários. Marcadas pelo dinamismo, pela desregulamentação e por uma lógica mercadológica, as plataformas de mídias sociais também passaram por uma série de mudanças na forma de disseminar os seus conteúdos. Foi assim, em meio a esses tantos desafios, que Pâmela Pinto escreveu Boas práticas de saúde pública no Instagram: estudo comparado entre Portugal e Brasil, com base na pesquisa de seu estágio de pós-doutoramento na Universidade de Aveiro (Portugal). Este texto mostra que, ao promover um estudo exploratório dos perfis do Ministério da Saúde do Brasil e do Serviço Nacional de Saúde de Portugal, a autora propõe importantes contribuições para a comunicação pública e amplia os olhares sobre temas fundamentais do direito à comunicação.
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