La comunicación en la formación especializada en salud: percepciones de residentes y egresados en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.29397/reciis.v19i3.4636Palabras clave:
Capacitación de recursos humanos en salud, Internado y residencia, Especialistas, Comunicación en salud, CurriculumResumen
Este estudio nacional multimétodo abordó las experiencias y percepciones de egresados y concluyentes de residencias en salud respecto a su preparación para comunicarse con pacientes, familiares y miembros de los equipos. La recolección de datos incluyó un cuestionario electrónico respondido por 1.260 egresados (de residencias médicas y en otras áreas profesionales de la salud), y 13 grupos focales con concluyentes, egresados e informantes clave en cuatro regiones del país. Algunos profesionales valoran la comunicación como un elemento inherente a la calidad del cuidado y a la gestión clínica, pero persisten desafíos, como el tiempo limitado para las interacciones y las jerarquías profesionales rígidas. Hay evidencia de la adopción, en algunos procesos formativos, de actividades que valoran la escucha y la negociación de sentidos, coherentes con los principios del Sistema Único de Salud.
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