A enfermidade de Lula: enunciando a corporeidade do acontecimento
DOI :
https://doi.org/10.3395/reciis.v6i4.578Mots-clés :
Lula, Enfermidade, Corporeidade, Discursos, SentidosRésumé
Analisa-se a primeira fase (outubro/novembro de 2011) da enfermidade que acomete o expresidente Lula, a partir de estratégias discursivas construídas no âmbito de uma “realidade midiática” particularmente através das revistas semanais. A partir do informe inicial do Instituto Lula sobre a midiatização da enfermidade, complexas operações de sentidos são realizadas também por mídias e receptores. Chama-se atenção para as condições que possibilitam o engendramento da enfermidade de Lula a partir de sentidos em disputa e que não ficam restritos ao mundo médico e ao âmbito político. Resulta da intervenção de vários discursos, fazendo eclodir não só a enfermidade, mas uma corporeidade semantizada por construções midiáticas.##plugins.themes.default.displayStats.downloads##
Références
BARTHES, Roland. Cómo vivir juntos: simulaciones novelescas de algunos espacios cotidianos.
Buenos Aires: Siglo XXI, 2005.
FAUSTO NETO, Antonio. O Corpo falado: a doença e morte de Tancredo Neves nas revistas semanais brasileiras. João Pessoa: PROED-MEC, 1988.
FAUSTO NETO, Antonio. Enfermidade em circulação: sou eu mesmo que noticio o meu tratamento. Revista Galaxia, São Paulo, n.22, p.237-249, dez. 2011.
FAUSTO NETO, Antonio. Lula, El presidente “língua-floja”. La Trama de La Communicación, Rosário, v. 16, p.25-42, 2011.
LE DISPOSITIF: Entre usage et concept. In: HERMÈS 25: cognigion, communication, politique. Paris: CNRS Éditions, 1999.
LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de comunicação. São Paulo: Paulus, 2009.
MOUILLAUD, Maurice. O jornal: da forma ao sentido. Brasília, DF: Paralelo 15, 1997.
MOUILLAUD, Maurice. De la capture des images. Langage et societé, Paris, n.45, Sept. 1988.
Téléchargements
Numéro
Rubrique
Licence
Direitos de autor: Os autores cedem e transferem o direito de utilização da obra à Reciis e à Fiocruz, em caráter permanente, irrevogável, gratuito e com exclusividade para primeira publicação.
Direitos de reutilização: A Reciis adota a Licença Creative Commons, CC BY-NC. Com essa licença é permitido acessar, baixar (download), copiar, imprimir, compartilhar, reutilizar e distribuir os artigos, desde que para uso não comercial e com a citação da fonte, conferindo os devidos créditos de autoria e menção à Reciis. Nesses casos, nenhuma permissão é necessária por parte dos autores ou dos editores.
Direitos de depósito dos autores/autoarquivamento: Os autores são estimulados a realizarem o depósito em repositórios institucionais da versão publicada com o link do seu artigo na Reciis.
Atualizado em 14/07/2026.






