Evaluación de la alfabetización em salud entre profesores y profesionales de la salud en el Programa de Salud Escolar, Bahía, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.29397/reciis.v18iAhead-of-Print.4056Palabras clave:
Alfabetización em salud, Educación permanente, Salud pública, Profesionales de salud, Profesores de enseñanza primariaResumen
El objetivo fue evaluar el nivel de alfabetización en salud de los profesionales de la salud y profesores de educación básica que actúan en el Programa de Salud Escolar. Estudio analítico transversal, realizado en un municipio del interior de Bahía, con profesionales de la salud del Programa Salud de la Familia y profesores de enseñanza básica de escuelas públicas. La alfabetización en salud se midió mediante una escala y se asoció con variables sociodemográficas, laborales y de capacitación, cuando p=0,05. El nivel de alfabetización sanitaria fue suficiente para el 84,3% de los participantes, principalmente entre los profesionales de la salud (89,3%). Las personas negras y de color, casadas/viviendo con una pareja, graduación/especialización, mayor experiencia en el puesto y última capacitación entre 1 y 2 años se asociaron con niveles insuficientes de alfabetización en salud. La maraña de variables asociadas a la alfabetización revela la complejidad y peculiaridades de las profesiones consideradas y la necesidad de una educación sanitaria continua.
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