Experiência sensível e sociabilidade no IPPMG: quando o cinema vai ao hospital

Autores

  • Tatiane Mendes Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.29397/reciis.v10i2.1007

Palavras-chave:

Experiência sensível, Sociabilidade, Cinema como assunto, IPPMG, Cinead.

Resumo

Este artigo toma como base o método cartográfico de Virginia Kastrup (2009) para analisar a experiência do cinema em atividades realizadas pelo projeto educacional Cinema para Aprender e Desaprender (Cinead) com as crianças internadas nas enfermarias do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG). Associando a cartografia à revisão bibliográfica, intenciona-se observar e debater as práticas socioculturais que têm como cerne a fruição e a produção fílmica. Para tanto, admite-se que essas práticas se aproximam da experiência sensível - como Michel Maffesoli (1998) denominou os fatos sociais contemporâneos, feitos de empatia e sensibilidade - que atravessa o espaço do hospital. A questão norteadora do presente estudo é se as vivências com o cinema possibilitam a construção da sociabilidade entre os participantes do projeto e a ressignificação simbólica do espaço em um ambiente onde as relações são marcadas cotidianamente pela imprevisibilidade.

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Publicado

30-06-2016

Como Citar

Mendes, T. (2016). Experiência sensível e sociabilidade no IPPMG: quando o cinema vai ao hospital. RECIIS, 10(2). https://doi.org/10.29397/reciis.v10i2.1007

Edição

Seção

Relatos de experiência

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